
Evanescence se apresentando no Carolina Rebellion, nos Estados Unidos, em maio desse ano.
Em entrevista ao MuchMusic, Amy falou sobre a turnê sul-americana, o novo álbum e a nova formação da banda.
Estavam ansiosos para retornar à América Latina?
Estamos muito animados com isso. Começamos a reta final da turnê, que começou há um ano, e acho que a melhor maneira de acabar com ela é na América do Sul, porque lá temos os melhores fãs do mundo.E você visitará, pela primeira vez, países como Colômbia, Peru, Costa Rica e Panamá. Como você se sente sobre isso?
Animada! Não apenas eu, mas a banda toda. Sempre gostamos de tocar em qualquer lugar. A primeira vez sempre é a melhor; temos tocado em todo o mundo muitas vezes, mas os shows que fizemos pela primeira vez são mais especiais. Havíamos esperado muito para poder ir à Colômbia.Na sua opinão, por que o Evanescence é tão popular na América Latina?
Na verdade, não sei. Eu me pergunto a mesma coisa; acredito que é porque as pessoas de lá são muito apaixonadas. A América Latina está cheia de pessoas que se comprometem com as coisas, tanto na arte e na música como no esporte. As pessoas de lá enlouquecem com a música e é o que gostamos de ver em cada show. O que você vê lá com os nossos fãs não se vê em outro lugar.Já pensou em fazer um álbum solo?
Já, mas não tenho tempo para fazê-lo e, até agora, isso é só um plano. Nos últimos dois anos, estivemos focados na criação desse novo álbum. Tenho certeza de que ‘Evanescence’ é o nosso melhor álbum até agora e foi muito legal ter colocado a nossa energia nele. Tenho a mente aberta, então, no futuro, talvez eu faça um álbum solo. Todos nós gostamos de diferentes tipos de música e isso é bom, vamos ver o que acontece.Se você pudesse fazer um álbum de covers, quais músicas você gostaria de cantar?
Nossa! Essa é uma pergunta difícil. Já pensei nisso, temos muitas ideias, mas são muitas e por isso é difícil responder a essa pergunta. Tem muitas músicas que eu gostaria de cantar. Eu, particularmente, acho ótimo quando os artistas fazem versões de músicas de outros artistas e essas versões se tornam verdadeiramente únicas; isto é, quando você escuta, é uma versão diferente da original, mas também pode ser boa ou melhor. Você já viu que artistas de um gênero completamente diferente ficam animados em fazer uma música de um estilo completamente diferente? Tori Amos fez um ótimo álbum de covers que me inspira muito, ele tem músicas do Slayer, Nirvana, The Cure… e são ótimas versões.Você ainda tem contato com os ex-membros do Evanescence?
Hum, pouco… Will Boyd, por exemplo, ainda somos amigos, ele é um cara muito legal. Com o resto, não, já se passou muito tempo.E como você se sente com a nova formação da banda?
Muito bem! (risos)No ano que vem, “Fallen” vai completar 10 anos. Você planejou algo para comemorar?
Não, mas acho que seria maravilhoso. Muitas coisas aconteceram, algumas muito boas e outras que foram um grande desafio. Me sinto orgulhosa do Evanescence ter atingido esse ponto sendo forte e com fãs que estão sempre conosco, não se importando com o que passei.
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