Amy concedeu uma entrevista ao site chileno Cooperativa para falar sobre o show que fará no Chile na próxima terça-feira, experiências na América do Sul, e muito mais!
Na terça-feira, dia 23 de outubro, acontecerá o reencontro do Evanescence com seus fãs chilenos, no show que farão no Movistar Arena, apresentando o álbum auto-intitulado, lançado em 2011, que acabou com os cinco anos de hiato. A carismática vocalista Amy Lee, voz e principal imagem da banda, conversou com a Cooperativa para falar desse show.
A cantora disse que a vinda à América do Sul é uma “experiência incrível, sempre quis voltar, por isso estou feliz de estar aqui. Desde a última vez que viemos, me lembro das pessoas enlouquecendo, eu amei ver isso porque é o que queremos ao formar uma banda de rock, tudo é caos, se isso acontecer, é porque estamos fazendo tudo certo.”
Novos ares
Amy Lee estimou que “a minha prioridade ao fazer um álbum é fazer algo que amo, que eu sinto orgulho pelo resto da minha vida. Você pode trabalhar para agradar os outros, mas nunca vai fazer isso por completo, então você tem que se concentrar em você”, sobre o seu retorno após o período de descanso.Agora, com este álbum, “demorou para nós o fazermos, porque eu queria fazer um álbum tão bom quanto o último. Gastamos muito tempo e colocamos esforço nisso, foi muito útil. Pessoalmente, me senti muito inspirada por todas as pessoas que ficaram conosco.”
Crescimento e originalidade
Evanescence está prestes para completar 10 anos desde a sua estreia. A evolução que tiveram desde então, segundo Amy Lee, é “natural. Eu formei o Evanescence ainda muito jovem e acho que ainda tenho as mesmas motivações, eu gosto basicamente das mesmas coisas e tenho o mesmo sentimento. Mas era muito importante que continuássemos sempre juntos e melhoramos como músicos e compositores, me sinto melhor comigo mesma e me respeito mais, isso tem sido importante. Combinando esses crescimentos e mantendo essa essência de quando éramos jovens, isso é o que marcou esse processo.”Já no lado musical, faz referência ao que os torna especiais e diferentes: “Acredito em ouvir o coração. Sempre fico com mente aberta, estou recebendo um monte de música, e sempre quis fazer todas elas. Não apenas rock, ou pop, tentei incorporar toda música que me inspira, isso nos torna únicos.”
Nesse sentido, afirma ter satisfação por ter inspirado, por sua vez, outras bandas que vieram depois: “É legal sentir que temos sido uma inspiração para alguém, embora isso seja algo louco, também.”
Sem rótulo
Falando dessa grande quantidade de influências, Amy Lee também aborda a dificuldade de se encaixar em um estilo: “Sempre foi difícil. Não acho que somos ‘góticos’ ou algo assim, odeio essa palavra. Para mim, a nossa música é uma combinação de tudo, mais de um gênero de música. Somos uma banda de rock, acima de tudo. Temos influências do clássico ao eletrônico, por isso não sei como classificar o nosso som.”O show
Para o show, ela prometeu “tocar um pouco de tudo, de todos os álbuns. Esperamos dar a melhor representação do que somos agora. Vamos incluir as favoritas e algumas surpresas.”
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