Durante sua passagem no Chile, Amy e banda foram entrevistados pelo Bis: Sonido en Vivo, onde falaram de sua segunda visita ao Chile, aprender novos instrumentos, novo álbum e muito mais.
Como se sentem ao voltar ao Chile?
Amy: É maravilhoso, essa é a primeira vez que todos nós voltamos ao Chile. É ótimo estar de volta, é um prazer fazer essa turnê pela América do Sul, os fãs são muito apaixonados, eles não têm medo de mostrar a sua paixão. É incrível ser capaz de tocar para milhões de pessoas.
Terry: Se você ver qualquer DVD ao vivo…
Amy: Eles fazem aqui na América do Sul!
Terry: Você vê e pensa, “Olha, é na América do Sul!”, porque os shows aqui sempre são os melhores.
Amy: Com certeza!Como se sente voltar como banda?
Amy: É um sentimento muito bom. Sei lá, me sinto muito bem fazendo música, começando a partir do zero, com pessoas com que me dou bem e conheço, temos feito muitos shows juntos. Não foi como, “Ah! Essa é uma nova ideia” ou “Chegou um cara novo na banda” ou algo assim. Nós já nos entendíamos do jeito que cada um tocava e conseguimos pegar essa confiança, que já existia, e falamos, “Ok, vamos fazer algumas músicas.”Essa pergunta é para você, Amy, porque você é uma boa pianista, estamos acostumados a vê-la no piano e, então, você decidiu aprender a tocar harpa, e a usou em algumas músicas músicas de seu último álbum. Então, você quer aprender um novo instrumento no futuro?
Amy: Com certeza, é muito divertido. Tenho um bandolim e passei um tempo tentando tocá-lo, talvez todos nós devêssemos ter um tempo para aprender algo novo. Estou aberta a tudo. Geralmente, toco um pouco de guitarra, mas não sou muito boa. Eu gosto de aprender novos instrumentos e é como aprender um idioma, sabe, é bom para sua cabeça, te faz se sentir muito bem. É como dizer para si mesmo, “Eu não sou mais criança, mas ainda estou crescendo, aprendendo, sempre melhorando.” Especialmente quando se trata de música, me sinto muito bem, porque sou música e sempre quero ser melhor no que faço.Então, e o bandolim?
Amy: Não sei, estou aberta a tudo.
Will: Bateria.
Amy: Não sei, não tenho força.Sobre o álbum “Evanescence”, qual é a música que você mais gosta de tocar ao vivo?
Tim: “The Change”, para mim. Gosto de tocá-la pelo swing que ela tem… para mim, ela é a mais divertida.E você Amy?
Para mim, depende do meu humor, mas eu gosto muito de tocar “Swimming Home”, pois não a tocamos muito nessa turnê. Não preciso me concentrar tanto quando estou a tocando, ela é muito fácil de tocar e cantar. Eu posso apenas sentir as emoções sem me esforçar tanto, por isso gosto dela. Tem um sentimento de paz e é muito difícil, para mim, sentir isso em cima do palco. Geralmente, é muito mais agressivo, cheio de paixão… É legal tocar uma música que é tão livre, é como um alívio.Fiquei sabendo que você tem um gosto bem eclético e que a Björk te inspira muito.
Amy: Ela é minha heroína desde a época da escola, eu tenho todos os seus álbuns e gosto muito. Ela não tem medo de fazer o que quer musicalmente, e acho que ela tem uma das vozes mais incríveis do mundo.A propósito, você poderia falar se tem alguma influência da Björk no novo álbum, “Evanescence”, talvez em “Swimming Home”…
Amy: Estou certa de que você pode ouvir isso. Talvez em alguns vocais, tenho muitas influências, mas gosto de ser eu mesma.Vocês pretendem festejar o final da turnê?
Amy: Essa é uma boa pergunta, talvez festejemos. Tenho certeza de que faremos algo especial no camarim do último show, essa é a reta final da turnê.O que vocês têm em mente? Por favor, não demorem mais 5 anos para voltar.
Amy: Não sei o que dizer, você terá que esperar e ver. A inspiração tem seu próprio tempo.
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