Por conta da primeira visita do Evanescence à Costa Rica, o site costa-riquenho Al Día entrevistou a Amy para falar um pouco sobre sua carreira, vida pessoal e o show que fará lá na terça-feira (30).
Por 17 anos, ela tem estado à frente de uma das bandas de rock mais bem sucedidas da atualidade e provou que não precisa ser homem para entrar no mundo do metal.
Amy Lee e sua banda Evanescence voltaram ao cenário musical no ano passado, após vários anos de hiato, com o lançamento de seu álbum auto-intitulado, o qual disseram que representa um novo estágio de maturidade para a banda, mas traz a essência de seus melhores anos.
A adorável vocalista da banda contou ao Al Día detalhes de sua vida, carreira e seus planos futuros.
O que você ouviu sobre a Costa Rica? Vocês terão tempo para conhecer o país?
Nunca estivemos lá antes, eu ouvi um pouco sobre o país e estamos muito animados, espero que possamos visitar algumas praias.Não há muitas bandas de rock lideradas por mulheres, você acha que isso é bom ou as pessoas vêem isso como algo negativo?
Espero que seja bom, não me importo se você é homem ou mulher, a coisa mais importante é ser você mesmo e se sentir confortável com isso.Muitos membros deixaram a banda desde a sua criação, por que tem sido tão difícil manter o grupo unido?
Bom, agora estamos juntos há sete anos.Você desenha suas próprias roupas, o que te inspira?
Não sei, é difícil descrever um estilo, eu sou uma pessoa criativa, adoro criar coisas, fazer roupas diferentes quando vou começar uma turnê, me inspiro nos países que visito, uma das roupas que eu fiz é uma com as bandeiras de todos os países que visitei no ano passado.Qual é a música mais significativa para você?
Não há uma mais significativa, eu amo todas elas, o álbum “Evanescence” é muito diferente, não posso escolher uma, porque todas elas são diferentes. Por exemplo, gosto de “Swimming Home”, ela tem um lugar especial no meu coração, mas ao mesmo tempo gosto de “Never Go Back”, porque é muito dramática, de uma forma ou de outra, todo o álbum descreve a minha carreira e minha vida.Como é a sua vida quando você não está em turnê ou gravando?
É muito diferente, eu gosto de aprender muito sobre culturas e idiomas, mas isso é cansativo, é difícil ter uma vida normal quando estou em casa, eu costumo gastar muito tempo criando, fazendo música e pintando muito. Amo a minha casa, moro em Nova York, então mesmo quando estou em casa, tenho a experiência de ver outras culturas, porque tem de tudo em Nova York.Você pensa em fazer um álbum solo?
Não sei se será um álbum ou algo assim, não sei ao certo o que farei a seguir.
Comentários fechados.






