Em entrevista ao site paraguaio ABC Color, a Amy falou sobre estar animada para tocar no Paraguai, como é o jeito que ela compõe, e responde uma pergunta de um leitor.
Desde o início da década passada, o Evanescence nasceu com a força das músicas e a potência da voz da vocalista Amy Lee. No dia 19 de outubro, a banda fará seu primeiro show no Paraguai, que certamente terá uma grande multidão no Jockey Club, em Assunção, a julgar pela reação dos fãs animados, quando a vinda da banda foi confirmada.
Antes do show de Assunção, Amy Lee conversou com o ABC Color sobre as expectativas que tem do show no Paraguai e sua turnê sul-americana em geral, além de entrar em detalhes sobre seu método de composição, e entre outras coisas.
A vocalista fala que visitar um país que ela nunca esteve antes é “uma das minhas coisas favoritas.”
“E temos feito muito disso nos últimos anos”, acrescentou. “Na verdade, queríamos ir para muitos lugares que nunca fomos antes, e a América do Sul é um lugar onde sei que temos fãs incríveis. Eles têm se mostrado muito pela internet… as pessoas pediram para que fossemos ao Paraguai, Peru, Bolívia, Colômbia, Venezuela… Eu sempre quis fazer uma grande turnê pela América do Sul, porque nós nunca temos tempo ou a oportunidade de fazer uma turnê completa como essa.”
E embora ela afirme que todos nós somos diferentes, para ela, é um prazer experimentar a diversidade cultural. “Eu adoro. Adoro conhecer novas culturas, adoro línguas, adoro comida, a música, obviamente… amo ser capaz de assimilar uma cultura diferente da minha.”
Adepta à música desde muito cedo, Amy Lee disse que ela tem vários métodos para compor e descreveu seus processos como orgânicos. “Normalmente, eu só começo a tocar. Gosto só de tocar sem pensar em compor.”
Ela comentou que assim que algo soa bem, ela se concentra na parte que mais gosta, que é a de terminar o resto da música, acrescentando as ideias dos outros membros da banda e colaboradores.
“Então escrevo as letras, sozinha”, disse a artista. “As letras geralmente levam mais tempo, que normalmente é a última coisa que faço. Às vezes, preciso de um mês (risos). Tem vezes que não consigo encontrar as palavras e significados.”
“Teve vezes quando de repente eu pensava em muitas ideias boas para as letras, e depois escrevia a música em torno disso, e outras vezes eu começava com a batida da bateria”, acrescenta. “Eu acho que é a chave para se inspirar e ter mente aberta, e jogar até que algo de bom aconteça.”
Respondendo a uma pergunta de um leitor do ABC Color, enviada através de redes sociais, Amy Lee descreveu a sensação de estar em um palco diante de dezenas de milhares de pessoas.
“Bom, se a música começa e soa bem, me sinto bem; quando cometo um erro, me sinto muito mal mesmo”, brincou, acrescentando: “É muito difícil de explicar, quando eu entro no palco, me sinto muito enérgica; antes toco piano nos bastidores e aqueço a minha voz para entrar ‘na minha zona.’ E então, quando a música começa a tocar e começo a cantar, e a multidão… depois disso, eu não sei, sinto que estou profundamente concentrada. Não fico nervosa quando já estou em cima do palco.”
Quanto ao show de 19 de outubro, no Jockey Club, ela prometeu um show repleto de seus maiores sucessos, incluindo todos os seus álbuns.
“É a nossa primeira vez aí, então queremos fazer isso, tocar um pouco de tudo. Geralmente, é o que fazemos, não gostamos que as pessoas vão aos nossos shows e não escutem suas músicas favoritas, não queremos fazer isso com nossos fãs.”
Ele disse que as suas expectativas para a apresentação no Paraguai são “grandes”, como as suas experiências na América do Sul no passado que foram “incríveis”.
“É como em qualquer lugar do mundo”, disse a intérprete de “My Immortal”, “Going Under” e “Lithium.”
Comentários fechados.






