Com a turnê sul-americana começando na semana que vem, a Amy tem dado algumas entrevistas para vários sites, abaixo, confira a entrevista que ela deu ao site argentino La Viola.
Amy Lee está muito feliz de voltar a Buenos Aires. Depois de duas falhas de comunicação, ela não perdeu o senso de humor. “Estamos muito longe, mas agora te escuto melhor”, ela disse.
Evanescence é uma banda de rock formada em Little Rock, Arkansas, em 1995, pela pianista, cantora e compositora Amy Lee e o guitarrista Ben Moody. Diz a lenda que Ben a descobriu quando a ouviu cantando uma música do Meat Loaf, “I’d Do Anything for Love (But I Won’t Do That)”. “Tem uma história rodando por aí, mas não me lembro da verdade”, apontou Lee ao La Viola Web.
Depois de gravar dois EPs de forma independente, o grupo lançou Fallen, vendendo mais de 17 milhões de cópias em todo o mundo e ganhou dois prêmios Grammy. O sucesso também acompanhou o trabalho seguinte.
Mas o grupo passou por momentos difíceis. Em 2003, durante uma turnê europeia, Ben Moody deixou a banda. John LeCompt e Rocky Gray fizeram o mesmo. Amy Lee, então, passou a ser o único membro original.
Como você se sente com esse show em Buenos Aires?
Estou muito feliz, já estivemos na Argentina há uns anos, e a verdade é que os nossos fãs de lá são fabulosos. Nesta turnê sul-americana, vamos estar na Costa Rica, Peru e Colômbia pela primeira vez. Terminamos nossos shows pelos Estados Unidos e tudo correu muito bem.Como vai ser o show?
Tocaremos as músicas de nosso último álbum e as mais pedidas pelos nossos fãs argentinos. Queremos fazê-lo da melhor maneira possível.Você sempre se interessou por música?
Sim, eu comecei quando estava na escola. Eu queria ser compositora de música clássica. Moody me encontrou e depois fui dando forma à banda.Você se lembra da primeira vez que pisou em um estúdio de gravação?
Nunca me esqueço, foi muito especial. As portas se abriram muito rapidamente para nós. Eu estava terminando a escola e, de repente, me vi gravando um álbum. Me lembro com muito carinho, passamos dois anos compondo e trabalhando duro. Foi uma loucura.Como você pode definir o estilo do Evanescence?
Tem muitas influências, uma combinação de minhas bandas favoritas. No grupo, você pode encontrar muitas coisas, rock, música clássica, eletrônica e rock industrial. Eu gosto de tudo isso e não é muito comum ver uma banda que tem todas essas influências.“My Immortal” fez muito sucesso na Argentina. O que você pode nos contar sobre essa música?
É um momento muito especial em cada um dos nossos shows. É uma das músicas mais importantes. Ela me traz muitas lembranças.Muitas pessoas relacionaram a sua banda dentro do gênero ’rock cristão’. Qual é a sua opinião sobre isso?
Era um tema em nossas músicas. Estamos à procura de respostas, a música se trata de ver no que você acredita. Nossa música apresenta um pouco de religiosidade.Qual é a mensagem que a banda mostra nas letras?
Há coisas que me inspiram e a melhor coisa é ser autêntico, ser você mesmo. As pessoas têm que ficar conectadas. Em nossos shows, todos estão unidos, sem barreiras. Apesar de não falarmos o mesmo idioma.Você compõe músicas em turnê?
Quando estou em turnê, não tenho muito tempo. Tenho que fazer passagem de som, fazer o show, conhecer os fãs… Procuro estar sempre inspirada, mas é em casa que componho.Você se dá bem com redes sociais?
É uma ferramenta muito importante e poderosa. Não devemos esperar ter um microfone para fazer um comunicado. Sempre que você tem algo a dizer, você recorre às redes sociais, que é o lugar perfeito. Estou postando o tempo todo.
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