Fonte: Atlantic City WeeklyTurnês de verão apelam para Amy Lee, vocalista e pianista do Evanescence.
“Estamos muito ansiosos para a Carnival of Madness neste verão”, diz Lee. “Nós amamos Chevelle e já faz bastante tempo desde a última vez que saímos em turnê juntos. Estou muito feliz por finalmente estar fazendo alguns shows com Halestorm.”
Chevelle, que tocou em Atlantic City no início deste ano, está no meio de um novo período de sucesso. O novo single da banda, “Hats Off To The Bull”, esteve em 6º lugar nos charts da Billboard na semana passada. Enquanto isso, o Halestorm, está em 16º com a música “Love Bites.”
E depois tem o Evanescence. O último álbum, auto-intitulado, atingiu o topo das parada de álbuns pop no seu lançamento em outubro passado.
“Fizemos bem para nós mesmos”, diz Lee ao Atlantic City Weekly. ”Foi ótimo.”
Lee, de 30 anos, tem o prazer de estar de volta ao palco depois de um longo hiato. “Eu amo o que faço, mas eu precisava conhecer a Amy mais uma vez antes de voltar ao palco.”
“Passei um tempo me encontrando e me inspirando. Isso me inspirou a fazer música e então fizemos o álbum Evanescence. Estive com muito sorte. A banda tem se dado muito bem, apesar da mudança. Os fãs ficaram conosco embora não tenhamos lançado um álbum após o outro.”
Cinco anos se passaram entre The Open Door, de 2006, e Evanescence, de 2011. Mais de seis milhões de cópias do The Open Door foram vendidas.
“Eu não posso me preocupar com a quantidade de álbuns que são vendidos”, Lee diz. ”Os números de The Open Door são extraordinários, mas acho que viemos com algumas músicas que se conectaram com o público.”
As músicas “Call Me When You’re Sober” – inspirada no seu relacionamento com o ex-namorado Shaun Morgan, do Seether – “Lithium” e “Sweet Sacrifice” fizeram sucesso.
“Não diga ‘gótico’“, Lee diz rindo. “Eu não quero estar nessa categoria. Muito menos ser rotulada. Eu só quero fazer música.”
Lee está de volta fazendo exatamente isso com o novo álbum de sua banda, que não se afasta muito da fórmula familiar do Evanescence.
As novas músicas – sinceras, cativantes e melancólicas – soam como o bom e velho Evanescence, que foi formado em Arkansas em meados dos anos 90.
“Eu acho que fazemos bem”, diz Lee sobre o som pop rock da banda.
“Nós temos um som e o feedback que recebemos é enorme. Isso ajuda a alimentar o fogo criativo. Os álbuns do Evanescence são uma grande produção. Gostamos de ir tão longe quanto podemos.”
Lee também gosta de se arriscar. “Eu acho que os músicos têm que ter coragem e sair da mesmice”, Lee diz. ”Como você pode saber do que é capaz se você ainda nem tentou? Eu estou pensando em explorar. Você precisa se desafiar. A música se trata em ser o mais criativo possível.”
“I’m Only Happy When It Rains”, música de sucesso do Garbage, provavelmente poderia ter sido escrita por Lee, que afirma que ela fica mais criativa quando chove.
“Quando está trovejando, eu estou no meu melhor momento. Fico muito confortável quando está chovendo forte. É o tipo de dia em que ninguém espera nada de você, e que é quando eu vou e faço meu melhor trabalho, seja na música ou pintura. Tempo ruim é bom para mim. É uma sensação mágica e maravilhosa.”
Quando o tempo está ruim do lado de fora, Lee também trabalha em suas roupas de palco, as fazendo à mão.
“Eu faço a maioria dessas roupas,” diz Lee. “Mas eu também sugiro os conceitos dos clipes da banda. Eu trabalho nas capas dos álbuns. Tem tantas que me movem a criar.”
É difícil acreditar que Lee tem apenas 30 anos, considerando tudo o que ela tem feito. “Eu sinto que eu tenho levado uma vida plena”, diz ela. “Eu sou muito grata pelo que tenho feito até agora. A grande questão é que ainda tenho muita coisa faltando em mim. Eu só tenho 30 anos e há tanta coisa que quero fazer na minha vida. Espero conseguir fazer muitas coisas no futuro.”
Mas, até agora, a vida de Lee será resumida pela turnê. O Evanescence está na Carnival of Madness Tour desse ano, que começou dia 31 de julho e vai até início de setembro. “Isso é bom para mim. Eu amo sair na estrada e ver os fãs, eles têm nos dado muito apoio. Eu amo ir lá e me expressar na frente de todos eles. Eu jogo tudo que eu tenho quando entro no palco.”
Quando Lee não está em turnê, ela gosta de ser dona de casa. “Eu gosto de estar casada. Sou boa nisso. Eu gosto de cozinhar e da estabilidade. Talvez isso não seja para todos, mas é para mim. Não tenho do que reclamar. Tenho vidas separadas. Isso é bom.”
Comentários fechados.






