Amy concedeu uma entrevista exclusiva para o El Golfo, leia a tradução abaixo:
Enquanto os fãs de rock e os críticos em geral respeitam o trabalho de Evanescence, para Amy Lee, líder e vocalista da banda, as pessoas ainda não reconhecem plenamente o trabalho das mulheres neste gênero musical, ela é levada a sério graças à sua perseverança.
“O mundo do rock e metal é dominado principalmente pelos homens, com suas grandes guitarras e som pesado, então não é fácil para uma mulher vir a este mundo, porque não nos respeitam e as pessoas não levam nosso trabalho a sério.”
“Para mim foi difícil ganhar respeito, mas agora eu sou respeitada. Eu ganhei respeito sobrevivendo, fazendo música por mais de uma década e fazendo turnês ao redor do mundo. As pessoas adoram a minha música e eu acho que, além desse tempo todo, é o que me fez ter uma posição”, disse a cantora de “Going Under”.
Para Lee, que deu uma conferência de imprensa ontem, por ocasião dos shows do Evanescence no país hoje em Monterrey, no sábado em Guadalajara e na segunda-feira na Cidade do México, a inovação está sempre presente em seu trabalho, então o seu novo álbum, auto-intitulado, tem alguns arranjos eletrônicos, porque ela gosta desse tipo de música.
“Eu gosto das novas bandas de electro-pop, eu gosto de todos os tipos de músicas, mas o electro-pop é inspirador e me influencia. Na verdade, meu ídolo é a Björk, ela é uma estrela do electro-pop.”
“Talvez as pessoas não gostem desse tipo de música por causa de todos aqueles sons de sintetizadores, mas todos na banda gostam. Na verdade, às vezes no caminhão nós ouvimos Foster The People, a música deles é divertida.”
Após a pausa de quase cinco anos que a banda fez após o lançamento de seu segundo álbum de estúdio, The Open Door, e depois de Amy se casar, oito meses depois, com Josh Hartzler, a artista disse que está pronta para ser mãe biológica e até mesmo adotar uma criança.
“Eu quero ter filhos, isso é algo que eu sempre quis, só que eu não tenho um trabalho normal e preciso de algum tempo para ser mãe. Se não estou em turnê, eu estou trabalhando em um álbum ou nas duas coisas ao mesmo tempo. Eu até adotaria uma criança, mas primeiro eu quero engravidar”, explicou.
Apesar de não gostar de falar sobre política ou problemas sociais, já que sua missão é fazer música, a cantora disse durante a conferência em um hotel em Polanco, que ela se inspirou para escrever “My Heart is Broken” de uma associação em Nova York, que resgata vítimas de tráfico sexual, ela se preocupa com esses problemas e queria refletir isso em uma música.
Tradução e adaptação por: Equipe Amy Lee Brasil
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