Alguns boatos e comentários já previam isso, e aí está!

Nova entrevista da Amy Lee, confira clicando abaixo:

 

ExploreMusic – Amy Lee Interview

 

Tradução:

Olá Amy, bem vinda de volta ao Canadá
Obrigada, é ótimo estar de volta.

Como foi o Rock on the Range? Porque foi uma grande forma de voltar aos palcos, e foi para os canadenses.
Sim, foi ótimo!

Obrigada!
Foi nosso segundo show em dois anos, e foi ótimo! A multidão estava demais. Eu estava meio nervosa, honestamente, pq faz mto tempo que eu não era uma rock star, mas cara, voltou mto rápido (o espírito rock star), assim que eu pisei no palco. Foi bem natural e eu me diverti muito.

E vocês estão confortáveis com as coisas novas que vocês estão tocando?
Honestamente estamos muito mais confiantes com as coisas novas que com as velhas (risos), porque é no que estivemos focados duranto os últimos 6 meses então… sim, as coisas novas são ótimas, eu acho.

Não é estranho tocar essas músicas sendo que o álbum ainda não saiu? Como é isso?
Sim. Nós nunca fizémos isso antes de tocar músicas novas antes do álbum sair. Eu tinha medo disso antes mas nós estamos muito mais fortes como uma banda tocando ao vivo do que nunca. Nós sabemos o que estamos fazendo e estou muito orgulhosa dos caras com quem estou trabalhando, então… A banda apavora, então eu abracei a idéia. Estamos muito mais empolgados em tocar as músicas novas que as velhas, e vale a pena! Vale a pena que haja vídeos no YouTube com as músicas, mesmo que de má qualidade. Eu nem me importo, as músicas são ótimas!

O público obviamente tem suas favoritas não é? Então, quando você toca as músicas novas eles ficam um pouco mais quietos… Vc percebe esse tipo de coisa?
Hmm, sim, com certeza! Eles ficam realmente ouvindo, tp “Ohh, nunca ouvi isso antes”, com certeza. Mas acho que eles reagiram mto bem. É, eu acho que sim. Nós começamos e terminamos com músicas novas.

Sério? Isso é mto corajoso. Vamos falar sobre o novo single “What You Want”, porque é a primeira coisa que todo mundo ouviu. E as pessoas ficaram falando sobre o tema da “libertade”. Me fale sobre o porque você resolveu tirar um tempo fora, porque eu li algumas declarações estranhas suas sobre precisas viver em NYC, e ter um apartamento pequeno, sair andar e ir na padaria e não ter um carro.
É verdade, eu não tenho um carro, ainda. Dirigir é mto libertador, mas eu nem tenho mais carteira, pq ela expirou e eu não fui renovar, então fiquei tanto tempo sem dirigir que desaprendi, e isso é mto frustrante. Pq na verdade eu fiquei muito tempo fora. Ficamos em Nashville e fizemos tudo por lá, então os caras me levavam onde eu queria, então tudo bem (risos). Mas quando terminamos a turnê do TOD, era 2007, eu tinha 26 anos, e eu tinha ficado apenas trabalhando no Evanescence desde que era adolescente. Então eu precisava me encontrar como um adulto nesse mundo e apenas ser a Amy, sem ser a cantora do Evanescence, sabe? Uma parte de mim acaba sendo “a garota do Evanescence” no fim do dia, isso não é um personagem que eu inventei… então foi bom pra mim me afastar, ver um pouco de música, viver… Aprendi a tocar harpa nesse tempo também…

É verdade, e isso é muito louco! É mto difícil de tocar harpa?
É difícil. Não vou fingir que sou a melhor harpista do mundo, mas sou definitivamente boa o suficiente pra usa-la no álbum e compor com ela. É mto divertido. É divertido pra mim enriquecer meu cérebro e seguir em frente aprendendo. Eu tinha aulas de piano clássico durante todo meu crescimento, e desde que o Evanescence começou eu fiquei só fazendo música. Então desde que paramos eu sabia que queria voltar a aprender, seja voltando pra escola (faculdade) ou aprendendo um novo instrumento. É legal ser capaz de aprender outro instrumento: te faz pensar e escrever de um jeito diferente.

Porque você escolheu a harpa? Você disse: Vou escolher o isntrumento mais difícil de todos?
É difícil, tem 7 pedais. Eu sei que não tive muita dificuldade por causa do piano, ele é meio que um piano enorme e de pé. Como uma mistura de piano e violão.

Bom, você disse que o Evanescence estorou quando você estava mais nova. Como foi isso pra você, ficar famosa na adolescência?
Bom, aconteceu tão rápido. Eu quase nem tive tempo de imaginar outra forma… Eu também não era criança, eu tinha uns 18 anos, tinha terminado o segundo grau antes.

Você também mudou mto dos 18 pros 30, não é?
Absolutamente. E estou mto feliz e grata com a escolha de me afastar por alguns anos e me inspirar novamente, pq assim nossa música é voltou a ser nova. Tem uma “vida nova” no novo álbum e parte disso é pq eu me apaixonei por tudo isso de novo. Estou apaixonada com a idéia original e ainda tenho novas idéias.

O que você pode dizer sobre o novo álbum? Porque uma das coisas que podemos dizer é que tem bastante arranjos, é bem épico.
Claro, não seria Evanescence sem isso.

Vamos falar sobre esse tipo de coisa. Porque eu sei que você é uma fã do Tim Burton e do Danny Elfman, e eu acho que as coisas meio que se combinam.
Com certeza. Vamos começar com isso: uma das coisas nesse disco que é diferente e que é melhor, pra mim, é que tem esse tipo de “banda-coral”, tem esse sentimento de uma banda tocando ao vivo, no centro de tudo. Tem os arranjos e todas as qualidades épicas que tornam a música tão cinematográfica, oq é uma grande parte da idéia do Evanescence. Mas no centro de tudo, na maioria das músicas nós trabalhamos como um grupo. Todos, baterista, guitarristas, baixista e eu sentada no piano. Nós ficamos juntos só curtindo, começando a fazer a estrutura das músicas e escrevendo dessa forma. Isso fez com que ficasse muito mais agressivo, mais unido e mais groove e mais tipo uma banda. As vezes eu escrevo sozinha, ou só com um dos caras, sentamos na frente do computador e usamos o teclado pra escrever. Mas eu fiz basicamente só isso nos outros álbuns, pra começar as músicas, e agora, dessa forma, as músicas ficaram mais lineares. Nossas músicas sempre tiveram muita dinâmica (termo musical para “altos e baixos”), mas dessa vez a dinâmica veio desde o começo, e eu acho que dá pra sentir isso.

Esse vai ser seu último trabalho?
Não! Não estivemos compondo por anos e com certeza foi muito trabalho, mas foi tudo um trabalho por amor.

Como é sentir que o álbum vai finalmente sair? Porque era pra ter saído um tempo antes, não é?
É, nós ficamos trabalhando nisso por muito tempo, e foi necessário algumas indas e vindas para ficar do jeito que eu queria que fosse. E definitivamente ficou, estou super orgulhosa. Nós demos os últimos toques, tipo, hoje de manhã. Nós só terminamos oficialmente agora! Tipo hoje! (risos)

Você é perfeccionista?
Quando se trata de música, sim.

Me fale sobre essa dinâmica: vocês (suas músicas) são pesados, mas também melódicas, e pop. Como é caminhar por esses lados? Porque vocês tem essa liberdade. Às vezes você pensam: “isso está muito pesado” ou “está muito pop”?
Claro. Mas você tem que escrever essas músicas. Você tem que ouvi-las novamente e dizer “Ok, essa música não vai dar. Vamos partir pra outra, mas tudo bem, foi divertido…” Mas não apenas entre o pesado e o pop, também com momentos calmos e íntimos – com apenas piano e voz – e depois uma explosão com um refrão de arranjos e com a banda. Eu acho que essas dinâmicas… bom, o pesado não seria pesado se não fosse em cotraste com o suave, né? Então acho que essas dinamicas fazer a música soar tão grande.

Quão importante foi o Nick na produção desse álbum? Porque ele produziu um dos meus álbuns favoritos dos últimos tempos: Dimond Eyes (Deftones).
É um favorito meu também. Isso foi parte da decisão. Depois que a gente já tinha músicas e sabiamos oq queriamos, a direção que o álbum devia seguir, nós tivemos que escolher o produtor. Então eu encontrei com alguns deles e quando estávamos pesquisando, o Nick… meu Deus… os dois cds favoritos meus e da banda da época, o Dimond Eyes e o último álbum do Alice in Chains foram produzidos pelo mesmo cara e eu fiquei tipo “Preciso conhecer esse cara”. Ele estava livre, ele é um grande fã de rock, tem uma energia muito positiva e tem ótimas idéias. Eu tenho muitas idéias, mas preciso de ajuda pra escolhe-las. Tipo: hey, tenho duas ótimas idéias, qual delas escolho, qual delas é melhor? E ele é ótimo pra me ajudar em qual decisão tomar. Mais que isso, ele nos ajudou a tomar a decisão detrabalhar como uma banda, fazer as músicas juntos e trabalhar como uma banda ao vivo.

É bom poder escolher com quem você vai trabalhar? Você fez isso nos últimos álbuns. Muitas bandas não tem essa liberdade de escolher.
Sim, faz parte. E ele é um gênio. E é bem criterioso, só trabalha em projetos que realmene gosta, o que é bom. Você não quer uma pessoa trabalhando no seu cd se ele não gostar, isso seria horrível! É bom estar nesse estágio da carreira, e nós tivemos 2 cds e fizemos sucesso, então podemos fazer coisas do tipo ficar 5 anos fora, ou ter o Dave Campbell pra trabalhar com a gente ou trabalhar com um dos melhores produtores de rock do mundo. Então é relamente ótimo.

Fale sobre participar da trilha sonora dos Muppets.
Ah, isso foi pra me divertir.

Mas foi como, eles te chamaram?
É, eu tinha feito uma música pro Estranho Mundo de Jack, provavelmente um dos meus filmes favoritos de todos os tempos, Sally’s Song. E eu desenvolvi essa amizade com a Disney e eles gostaram muito, então quando foram fazer os Muppets me perguntaram se eu queria participar também, e eu disse “Claro, porque não?”. Mas isso foi uns anos atrás, e era só eu no computador com meu amigo que é programador. E era pra ter saido lá por 2008 ou 2009, e ficaram adiando e eu pensei que nunca ia sair, tudo bem, esquece. E agora que estamos num lugar totalmente diferente, fazendo esse super álbum de rock,de repente vai sair essa música divertida e que é solo no Natal (risos) Tudo bem!

Você conheceu ele????
Não!!! Eu quero conhecer.

Eu também! Eu tenho que te perguntar: você citou Sally’s Song e coisas solo, vc vai fazer um álbum solo algum dia? Eu sei que está focada no Evanescence agora… porque eu ouvi algumas coisas sobre influências celtas e isso foi estranho de ouvir…
Isso foi meio que um mal entendido. Eu disse que era Folk e eles disseram que era celta. Não sou o New Young. Mas eu gosto de algumas músicas celtas… mas…

Você ia ficar dançando durante as músicas (risos)
É! (risos) Eu não quero dizer Sim ou Não como toda a certeza mas acho que altamente possivel que em algum momento eu faça um álbum solo, porquê eu tenho tantas músicas que são mais voltadas pra isso do que pro Evanescence, nas quais eu acredito e que eu não quero perder. Então é bem possível que uma hora eu faça uma coisa assim, mas com certeza a única coisa que eu consigo pensar é no Evanescence e no novo álbum.

Última pergunta: como é conhecer Tim Burton e Danny Elfman?
Eu nunca conheci o Tim Burton, se ele fizesse nossos vídeos, eu morreria feliz.

Verdade que você tem uma jaqueta dele?
Eu tenho, encontrei numa dessas vendas de garagens…

Sério? De garagem???
Não, não exatamente de garagem, mas era uma venda das coisas do Tim Burton. Mas eu conheci o Danny Elfman, e foi muito legal, ele me levou pra casa dele, me mostrou sua coleção de arte e o local onde trabalha foi mto legal como uma fã e também como uma criadora. Foi incrível.

Ele mora num castelo?
Quase… só num lugar incrível en LA.

Tradução: Comunidade Amy Lee Oficial

 

 

 

 


Autor: AmyLeesada
Data: 23/08/2011
Comentários: Fechados
Categorias: Entrevista
Visualizações: 96



Comentários fechados.




02/05
Loudwire faz comentário da aparição de Amy no show do Halestorm

01/05
Vídeo: Amy no show do Halestorm em Nova York

01/05
Legends & Lyrics vai ser finalmente lançado esse ano!

30/04
Amy Lee vai a show do Halestorm

30/04
Amy Lee aparece no twitter


www.AmyLeeBrasil.com é um fã site brasileiro totalmente dedicado a cantora Amy Lee e sua banda Evanescence. Não temos nenhuma ligação com a Amy, com a banda ou com pessoas ligadas a eles, apenas com sua gravadora, Wind-Up. Este é apenas um fã site feito de fãs para fãs. O único propósito do site é deixar os fãs informados.
Online: online | Host: Flaunt.nu