O Ben Moody postou no EvBoard sobre a briga de fãs de Evanescence x We Are The Fallen. Veja:

Meu nome é Ben Moody, fundador e antigo membro do Evanescence.
Eu não sou daquelas pessoas que participa de comunidades online, nem fico observando fóruns ou leio matérias sobre o meu trabalho e eu quase nunca leio os comentários postados em vídeos do YouTube.
No entanto, eu estava mostrando a um amigo o vídeo do primeiro single do We Are The Fallen, “Bury Me Alive” no YouTube. Não pude evitar notar que havia mais de 4.000 comentários postados. A curiosidade me chamou a atenção para descobrir por que um vídeo-clipe poderia merecer tantos comentários e discussões individuais durante meses.
Eu nunca fui daqueles que deu crédito às opiniões demasiadamente críticas e desnecessariamente maliciosas das massas anônimas online. Nem fui emocionalmente afetado quando esses comentários maliciosos e críticos foram direcionados a mim. Não sou obcecado por saber o que as pessoas que não conheço pensam sobre mim. E eu NUNCA me senti motivado a responder, defender ou até esclarecer todas as incontáveis má interpretações e inverdades sobre a minha vida. Mas, por alguma razão, estou compelido a quebrar o meu silêncio. Não tenho dúvidas de que muitos de vocês vão interpretar errado isso, como uma tentativa orgulhosa de defesa. Mas a verdade é que minha única esperança aqui é, talvez, possivelmente restaurar alguma paz e graça a algo que significa mais para mim do que qualquer um poderia imaginar.

Me sinto literalmente oprimido, não somente pelas impressões que minha nova banda We Are The Fallen tem entre os fãs de Evanescence ao redor do mundo ou pelas nossas supostas intenções, mas pela inaplacável perseverança de um mal entendido que cresceu e se tornou algo tão divisor e malicioso que eu simplesmente não posso mais ficar calado.

Dos mais de 4.100 comentários, cerca de 4.000 não falavam nada além do mesmo debate regurgitante e ridículo de WATF x EV / Ben x Amy.

A única motivação que tenho para registrar isso aqui depois de tantos anos em silêncio é a recusa de tantos fãs de Evanescence em seguirem em frente se focarem no que é importante… e mesmo que isso seja o que as únicas duas pessoas envolvidas na separação do Evanescence tenham feitas anos atrás.
O aparecimento do WATF e o renascimento de sentimentos tão intensos me fizeram querer registrar isso aqui antes que esse drama infundado fique fora de controle. Ironicamente, essa é a mesma paixão que faz com que vocês sintam as coisas tão fortemente e é o que me confirma a importância de dizer alguma coisa. Então aí vai…

Primeiramente, eu não vou contar uma versão agradável ou cheia de açúcar dos eventos. Eu vou contar a vocês o que exatamente aconteceu em outubro de 2003. Não há dúvidas de que muitos de vocês vão ficar presos às suas opiniões e assunções independentemente do que eu tenha a dizer. É um direito de vocês… embora seja bem tolo assumir que a sua versão dos fatos seja a correta mesmo que esteja em conflito direto com o que as pessoas envolvidas disseram.

Amy Lee e eu começamos nossa amizade e relação criativa em nossos primeiros anos da adolescência. Nosso encontro foi o fator determinante que marcou nossas vidas e era o que nós acreditávamos serem os nossos destinos. Foi emocionante, recompensador e mais motivante do que qualquer outro relacionamento na minha vida. Quando nós gravamos nosso primeiro disco juntos, eu soube qual era o significado da minha vida. E eu nunca mais olhei para trás. Logo após, nós encontramos nosso pedaço que faltava e meu parceiro musical de vida longa, David Hodges. Foram anos com nós três girando nossas palavras um com o outro e com a banda que deram luz ao Evanescence. Em nosso 5º ano, nós começamos finalmente a fazer a música que sempre quisemos fazer, das nossas cabeças para o gravador. E embora todos ao nosso redor não entendessem nossa corrida incansável para fazer disso nossas vidas, nós três jamais hesitamos em nossa determinação de trazer algo para esse mundo que achássemos que fosse maior que nós mesmos. Eu abri contas e cartões de crédito para que nós tivéssemos dinheiro o suficiente para comprar os aparelhos e gravar nosso primeiro cd, que nos levaria a assinar com a Wind Up. Quando eu não pude pagar as contas, David e eu ficamos sem nosso apartamento. Nós dormíamos onde dava, incluindo muitas noites em que eu passei dormindo no porta-malas de uma caminhonete, até a Amy se graduar e todos nós nos mudarmos para seguir nossos sonhos. Nada disso tinha importância para mim. Eu desistiria de tudo. Finalmente nós conseguimos assinar com a gravadora, morar em L.A., escrever o “Fallen”. Nós três morávamos juntos, fazíamos tudo juntos. Nós éramos tudo que nós tínhamos. Mas o fato cruel da vida é que a pessoa que você é aos 15 anos, não se assemelha a pessoa que você é aos 18, e aos 21… e hoje eu não lembro em nada a pessoa que eu era quando eu estava no Evanescence. Eu fiz tudo que pude para enterrar essa pessoa. Às vezes você cresce junto de alguém, e às vezes você cresce separado. Nós éramos pessoas muito jovens numa situação muito estressante… e nós estávamos nos tornando duas pessoas completamente diferentes. Eu acredito que nós dois contribuímos para o resentimento com a deterioração da nossa amizade que rapidamente se transformou numa espiral de animosidade, opiniões conflitantes, e um ambiente muito instável. Quando saímos em turnê com o “Fallen”, infelizmente tudo estava acabado. Nós tínhamos nos separado de David, quase rompendo uma relação com alguém que era praticamente um irmão para mim. Naquele momento, sendo tão jovem e estando numa jornada tão empolgante, eu me transformei em alguém que eu não gostei. E não tinha forças para mudar. Eu gostaria de acreditar que olhando para trás, Amy tenha encarado as coisas de uma forma diferente, como eu agora.
Ironicamente, foi Amy e minha absoluta devoção como a dela ao Evanescence que nos levou posições extremas. Nós tínhamos desejos e personalidades tão opostos que se misturaram com o orgulho da juventude e a inexperiência (e uma grande parte de insegurança e perda de direção da minha parte) e acabaram levando a uma guerra. Nós estávamos completamente cegos com o fato de que estávamos envenenando aquilo que cuidamos tão carinhosamente. Eu era uma pessoa horrível, e Amy reagiu da mesma forma. Na noite de 22 de outubro de 2003, tudo veio à tona. E no meu ataque de fúria e desespero eu toquei no caixão do Evanescence. Naquela época, não havia nenhuma forma de nós fazermos outro álbum juntos. Era muito provável que não aguentássemos o restante da turnê. Nenhum de nós queria baixar a guarda. Cada emoção que eu sentia se manifestava como raiva. Eu estava devastado pelo que nós tínhamos nos tornado. Tudo em que eu baseei a minha existência, um sonho inalcançável que se tornou realidade… virou um pesadelo. E eu não tinha poder para fazer parar isso. Nós estávamos tão apaixonados pelo Evanescence e tão determinados em nossos desejos opostos para o futuro, que eu e aquela que foi antes a minha melhor amiga tínhamos nos tornado inimigos.
No fim daquela noite, eu vi pela primeira o que estávamos fazendo não só com nós mesmos, mas o que nossa guerra estava fazendo com todos ao nosso redor. Nós lutamos sujo, e o Evanescence pagou o preço. Eu não conseguia dormir. Se um de nós não deixasse a banda, minha única chance de deixar algo maior que eu mesmo nesse mundo estaria perdida. Eu tentei antes, por ignorância, orgulho e resentimento, convencer Amy de que ela deveria deixar a banda. Assim seria melhor e o Evanescence não precisava dela. Eu estava machucado, e queria que ela ficasse machucada como eu. Amy, se por algum motivo você chegar a ler isto… eu espero que você saiba que de verdade eu nunca acreditei nisso. Não havia como eu permitir que outra pessoa fosse ao palco e cantasse nossas músicas. Eu me tornei uma casca. Mesmo tendo sido tolo o bastante para tentar isso, isso nunca me proveria o meu desejo mais verdadeiro… o Evanescence continuar. Se tornaria uma piada. Quando sentei no ônibus naquela noite com absoluta vergonha e derrota, eu não podia mais escapar da verdade. Ou eu saia, ou o Evanescence morria. Isso me partiu de um jeito que eu nunca poderia descrever. Minha existência inteira, meu valor, minha identidade era essa música, essa banda. Se a minha vida significou alguma coisa, o Evanescence foi o significado.

Por alguma razão, há uma opinião muito difundida de que minha saída foi uma “traição” ou um “abandono” e contra a vontade da banda. Eu não faço ideia de onde isso veio, já que na noite do dia 22, Amy deixou claro o que queria, me mandando uma mensagem dizendo, e eu reescrevo, “Pegue o avião, e não volte nunca mais.”
Após ouvir essas palavras, eu fui dominado pela realidade de que eu me permitir transformar em alguém por quem minha antes melhor amiga sentisse isso. É realmente muito triste que um número tão enorme de vocês tenham visto minha saída com tanta animosidade e desdenho. Aqui estão algumas grandes verdades que escaparam de muitos de vocês…
Eu parti para que o Evanescence pudesse continuar.
Por que eu parti?
Qual era o significado disso?
Era tudo em que eu baseei a minha vida. Meus sonhos. Meu futuro. A música que eu mais amava no mundo. É como se ninguém nem ao menos considerasse o fato de que minha vida não tinha outro plano ou propósito. Deixá-los era como deixar escapar um bilhete de loteria vencedor. Um sonho tão grande, é impossível pensar que ele possa acontecer ainda que uma vez em sua vida. Milhões de dólares. Anos de segurança. E uma chance única de realizar o valor de todo o meu trabalho, fé e dedicação. A droga da minha identidade. Menos de 1% das poucas pessoas na história que conseguiram alcançar isso poderia suportar um sacrifício como esse. Pegar aquele avião e pousar significou que cada pequena coisa em que minha vida estava construída estava perdida. E não havia nenhuma ilusão ou esperança de que eu alcançaria aquele apogeu de novo. Tente imaginar estar nessa posição por um momento. É extraordinariamente raro que alguém tenha que encarar uma decisão como essa na vida. E acima de tudo isso ainda, eu era só uma droga de uma criança.

Eu não só dei a Amy exatamente o que ela queria, e dei ao Evanescence exatamente o que ele precisava, mas eu fiz tudo que pude para garantir que eu não causaria nenhuma pequena marca na grande jornada deles ao sucesso mundial. Eu fiquei calado e em paz. O Evanescence não perdeu um único show. Não houve absolutamente nenhum problema com relação a direitos de propriedade. Eu tinha 50% da marca e do valor da propriedade da agora tão valiosa marca Evanescence. Eu entreguei a Amy livremente e sem problemas. Eu pedi para que não houvesse nenhum problema com propriedade, nenhuma negociação. Só uma separação limpa. Quando o resentimento trouxe comentários caluniosos e às vezes completamente falsos na mídia… eu não me pronunciei. Quando os fãs com os quais eu tinha uma conexão profunda através da música que eu ajudei a criar decidiram que deveriam ficar do lado de alguém, levando a um esmagador desgosto com relação a mim… eu não me pronunciei. Por sete anos eu fiz de tudo para não trazer drama ao Evanescence. Ninguém… NINGUÉM poderia ter feito uma desunião tão suave, graciosa ou generosa.

Após refazer minha vida e minha carreira, após anos de trabalho duro, expandindo meus horizontes musicais e meus muitos e muitos períodos de confusão e depressão… Eu tenho a minha vida em um novo caminho. Eu estou muito contente com a minha carreira e minhas relações pessoais. A única coisa que falta em minha vida era a satisfação de tocar a música que eu mais amava… com as pessoas que eu gosto e que gostam de mim. Nesse meio tempo o Evanescence progrediu com grande diferença do som original… e mostrou claramente que queria expandir ainda mais. Amy é muito artística e nunca teve problemas em pensar além das quatro linhas e desafiar expectativas. Então eu chamei os caras. Eu disse “Que se foda. Por que nos negar a experiência de fazer o que fazemos de melhor?” Após uma extensa busca nós tivemos muita sorte de encontrar o que estávamos procurando. Contrário à opinião de muitos fãs do Evanescence… o que nós estávamos procurando NÃO ERA alguém parecido com Amy Lee. Nem alguém que vestisse as roupas da Amy Lee, e que tentasse cantar como a Amy Lee. Odeio lançar isso pra vocês, mas isso é sobre 5 pessoas que adoram fazer música juntas. “Tear The World Down” tem muitas coisas no mesmo estilo de “Fallen”? Claro. Você quer me ouvir fazendo algo diferente? Que tal as músicas que eu escrevi nos dois álbuns do Daughtry. Ou da Kelly Clarkson. Ou da Avril Lavigne. Celine Dion. Halestorm. Hana Pestle… droga… eu até tenho músicas COUNTRY lançadas. Meu álbum solo soa bem longe do Evanescence, e isso tem muito a ver como o fato de 12 pessoas serem donas dele. =) Eu fiz com que a música do Evanescence deixasse uma marca no mundo. Tudo o mais que eu faço, eu faço por mim. Eu AMO tocar no WATF. Em milhares dos comentários que eu li ontem a mensagem do dia pareceu ser “Matando Amy Lee. Tentado ser Evanescence. É só uma grande cópia de Evanescence. Faça seu próprio som. Ela está tentando cantar como Amy. Ele queria estar no Evanescence.” Bem… eu não quero ser o guitarrista do Evanescence… eu FUI o guitarrista do Evanescence. Se eu pareço similar no estilo, é porque foi composto e tocado pelas mesmas drogas de pessoas. Não é geologia ["física quântica" para uma melhor tradução]… é claro e simples. Rocky, John e eu tocando juntos simplesmente não sai de outro jeito. Me acusar de estar me trapaceando é tolo. Se vocês tomarem um segundo para realmente considerar sobre os fatos… Se eu quisesse competir com o Ev eu teria feito isso oh… sete malditos anos atrás. E é essa presunção de que eu estou de alguma forma tentando começar uma briga com o Evanescence que pede minha réplica.

Se vocês realmente acreditam, que após o sacrifício mais altruísta que eu já fiz no intuito de me harmonizar com a pessoa que eu tinha me tornado, ANOS tomando a auto-estrada e infinitos xingamentos verbais que eu ainda recebo ATÉ HOJE e dos quais eu nunca me defendi; eu perderia mais um ano e meio e um investimento financeiro razoável para lançar uma banda só para construir um feudo fictício entre mim e Amy Lee, após TUDO QUE EU FIZ PARA SAIR EM PAZ… Se vocês REALMENTE acreditam que isso seja plausível; então vocês estão perdidos. E vocês estão errados.
Cada pequeno pedaço de sucesso que o Evanescence alcança, é um sucesso para mim. Cada cd que eles vendem (com ou sem minhas contribuições), cada show que eles esgotam, deixa mais forte a melhor coisa que eu já fiz em minha vida. Certifica que meu sacrifício não foi em vão. Eu não quero nada nesse mundo além do Evanescence ter décadas de sucesso e conexão com milhões de pessoas que se uniram à nossa música. É totalmente absurdo que alguém pense o contrário.
Esse foi o maior desapontamento e machucado da minha vida, que as muitas pessoas que tão apaixonadamente apoiaram o trabalho da minha vida, que me deram forças para ir em frente, foram tão rápidas em fazer de mim o vilão. E embora Amy Lee, a quem vocês apoiam tanto, tenha FALADO INÚMERAS VEZES que o mais feliz que ela já esteve na banda foi depois da minha saída… vocês fazem dela uma vítima. Ela tem absoluto controle da diferença de criação que o Evanescence tomou por toda a vida dela. Eu literalmente entreguei tudo sem lutar por nenhuma coisa. Ainda sim tudo que eu ouvi nos últimos sete anos foi “Ben Moody é um filho da mãe por ter deixado a banda. Ben Moody é um burro. Ben fez Amy passar por um inferno e traiu ela.” Eu honestamente pensei que todos vocês tinham seguido em frente, mas parece que o WATF incitou uma ressureição. Embora alguns de vocês ainda discordam, e contradigam isso… o FATO absoluto 100% inevitável é que vocês ainda tem UNICAMENTE o Evanescence porque eu pude deixar a banda. E eu me recuso a ficar em silêncio enquanto um grande número de vocês insiste em fazer de algo que deveria ser tão maravilhoso e positivo essa merda. O Evanescence é maior que isso. É maior do que a Amy Lee. É maior do que Ben Moody. E pode ainda ser algo especial. Tantos de vocês parecem estar lutando em uma guerra que não existe. Amy está feliz! Eu estou feliz! Por que tantos de vocês se recusam a aceitar isso?
Eu espero gratidão pelo que eu fiz, ou uma desculpa para o resentimento com que eu venho sendo mostrado, e sem base?
Não.
Eu mereço isso?
Absolutamente não.
Então eu vou pular um passo…
Vocês podem se sentir agradecidos por eu ter deixado tudo, pois assim a conexão eu eu sentia com vocês através da música não poderia morrer. Ficar no palco toda noite tocando aquelas músicas e vendo tantas pessoas compartilhando a mesma experiência foi a maior felicidade que eu pude ter. Quando eu sai, a maior parte de mim morreu. Aquelas mesmas pessoas não conseguiam enxergar o que havia e me abandonaram da noite para o dia, foi o maior ataque ao meu coração que eu já tive que aguentar. Não tenho formas de reparar o que aconteceu. Já foi feito.
O Evanescence não está de nenhuma forma sendo ameaçado ou em perigo por causa do WATF, e o WATF não está ameaçando ninguém. Ter uma banda quase uma década depois em que eu possa fazer minha música que eu amo, em uma escala tão minúscula comparada ao Evanescence para ser feliz… é putamente pouco a se pedir. Algum de vocês realmente acha que eu estou tentando roubar a atenção do Evanescence ou desafiar a Amy Lee em alguma enquete idiota? É otário pensar que isso possa ser possível. Você não gosta? Ótimo. Você acha que ouvir WATF ou gostar de WATF ou simplesmente deixar a banda continuar é de alguma forma uma traição ao EV? Essa é a sua opinião e você tem direito a ela. Mas nem o WATF nem o EV concordam com você. Essa necessidade em ficar de algum lado só existe na sua cabeça. Eu só quero tocar. É assim que a música que eu toco soa. E pela primeira vez em muito tempo, eu estou feliz. Eu só espero que vocês possam se poupar de tanto tempo e energia gastos em colocar algo para baixo. Nós não nos importamos. E essa energia e paixão vocês podem direcionar para alguma coisa positiva.
Eu amo o Evanescence. Se houvesse algum modo no universo de eu voltar atrás e fazer as coisas diferentes… eu pagaria qualquer preço. Mas eu nunca estive tão forte em minha resolução e em minha crença de que eu tomei a decisão certa para todos. Vocês não têm que acreditar ou concordar comigo, mas para o bem de todos tomara que alguns de vocês tenham outros palpites sobre Amy e eu… e sigam em frente.
Eu desejo à Amy Lee e ao Evanescence uma vida de sucesso e felicidade. E eu espero que vocês todos continuem encontrando um espírito semelhante tanto no Evanescence quanto em outros fãs.

E hey… se vocês acharem que estão prontos para deixar de lado essa competição imaginária entre nós dois… Quem sabe? Vocês talvez possam gostar das duas bandas.
Eu realmente gosto.

Sinceramente,
Efanar

Obrigado Immortal Essence pela tradução! ;)


Autor: Thomas | Comentários: 2 | Categorias: Sem categoria